Resíduos

Classificação dos resíduos sólidos

Confira abaixo a classificação dos resíduos e faça sua parte!

São várias as maneiras de se classificar os resíduos sólidos. A mais comum é quanto aos riscos potenciais de contaminação do meio ambiente.

De acordo com a NBR 10.004 da ABNT, os resíduos sólidos podem ser classificados em:

  • Classe I ou perigosos: apresentam riscos à saúde pública através do aumento da mortalidade, ou ainda provocam efeitos adversos ao meio ambiente.
  • Classe II ou não-inertes: com possibilidade de acarretar riscos à saúde ou ao meio ambiente.
  • Classe III ou inertes: São aqueles que não oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente.
     

Pilhas de Baterias

As pilhas e baterias têm como princípio básico converter energia química em energia elétrica utilizando um metal como combustível. Podem conter um ou mais dos seguintes metais: chumbo (Pb), cádmio (Cd), mercúrio (Hg), níquel (Ni),prata (Ag), lítio (Li), zinco (Zn), manganês (Mn) e seus compostos. As substâncias das pilhas que contêm esses metais possuem características de corrosividade, reatividade e toxicidade e são classificadas como "Resíduos Perigosos ¬ Classe I". Destinação adequada: Encaminhar para reciclagem, no Banco Real há um programa chamado PAPA PILHA e as pessoas podem ir nas agências e depositar suas pilhas.



Lâmpadas Fluorescentes

O pó que se torna luminoso encontrado no interior das lâmpadas fluorescentes contém mercúrio. As lâmpadas fluorescentes liberam mercúrio quando são quebradas, queimadas ou enterradas em aterros sanitários, o que as transforma em resíduos perigosos Classe I. Destinação adequada: encaminhar para reciclagem ou postos de coleta que o governo disponibiliza pela cidade.

 


Pneus

São muitos os problemas ambientais gerados pela destinação inadequada dos pneus. Se deixados em ambiente aberto servem como local para a proliferação de mosquitos. Se encaminhados para aterros de lixo convencionais, provocam "ocos" na massa de resíduos, causando a instabilidade do aterro. Se destinados em unidades de incineração, a queima da borracha gera enormes quantidades de material particulado e gases tóxicos. Destinação adequada: encaminhar para reciclagem.



Lixo Radioativo

Assim considerados os resíduos que emitem radiações acima dos limites permitidos pelas normas ambientais. No Brasil, o manuseio, acondicionamento e disposição final do lixo radioativo está a cargo da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN.

 

 

Curiosidades sobre os Resíduos

  1. Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Esse lixo milenar - que contém ossos, carvão, fezes e restos de cerâmica - oferece informações preciosas sobre os hábitos de vida do homem antigo.
  2. No ano 500 a.C., Atenas criou o primeiro lixão municipal, exigindo que os detritos fossem jogados a pelo menos 1,6 quilômetro das muralhas da cidade.
  3. O inventor inglês Peter Durand patenteou a lata de lixo em 1810.
  4. Aterros sanitários representam a maior fonte de metano produzido pelo homem. A cada ano, 7 milhões de toneladas de metano vão parar na atmosfera.
  5. Os americanos produzem 212 milhões de toneladas de lixo por ano, das quais 43 milhões de toneladas são restos de comida.
  6. Isso significa 711 quilos produzidos por habitante a cada ano.
  7. No Brasil, são 88 milhões de toneladas de lixo por ano, ou 470 quilos por habitante.
  8. Das 13.800 toneladas de lixo produzidas por dia na cidade de São Paulo, apenas 1% é reciclado.
  9. Curitiba é o município brasileiro que mais recicla: 20% de todos os resíduos.
  10. No mundo, o Japão é um dos países que mais reciclam: 50% do lixo é reaproveitado.
  11. Os americanos jogam fora 50 bilhões de latas de alumínio por ano. Todas as latas desse material que foram para o lixo nos Estados Unidos nas últimas três décadas valem quase US$ 20 bilhões.
  12. No quesito alumínio, o Brasil vai bem: é o país que mais recicla latas no planeta. Em 2009, foram 14,7 bilhões de latinhas reaproveitadas, ou 98,2% da produção total do país.
  13. Em 2002, o oceanógrafo americano Charles Moore vasculhou uma área de 800 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico e encontrou 4,5 quilos de resíduos plásticos flutuando no mar para cada meio quilo de plâncton.
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